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Natal em família
Gazeta ouviu leitores que expressam o significado do reencontro e abraços. Confira

Por Ana Cristina Andrade

Muitas famílias se reencontraram e se abraçaram neste Natal

Crédito: Divulgação

Muitas famílias se reencontraram e se abraçaram neste Natal

No Natal 2020, quando o contágio do novo coronavirus estava em alta, muita gente se viu obrigada a se afastar dos próprios familiares. Mas neste ano, muitas famílias vão poder se reencontrar e se abraçar. Matar a saudade. A Gazeta ouviu leitores que expressam o significado desse momento para eles. Confira.

“Me reunir com minha família, depois desse tempo de distanciamento por causa da pandemia do coronavirus, será um momento para, primeiro, agradecer a Deus pelas nossas vidas e pela oportunidade de ter toda a minha família comigo, em um tempo tão difícil, onde muitos perderam seus entes queridos. Somente gratidão”. Patrícia Rossini, 40, assistente administrativo.

“Um reencontro especial, uma necessidade de estarmos juntos com quem amamos. É uma explosão de sentimentos bons, apesar de alguns estarem distantes, preservação e mais união com quem está próximo. É, ainda, uma gratidão imensa pela chance de ter conseguido passar mais um ano, apesar dos muitos obstáculos”. Adriana Crivellari, 55.

“Passar o Natal em família é congregar a família que Jesus Cristo nos ensinou, desde sua vinda em 25 de dezembro. Quando colocamos dentro do presépio o Menino Jesus, junto a José e Maria, estamos ali congregando a célula de toda família, de cada casa. Então, quando nós nos reunimos neste Natal é neste sentido de conseguirmos, cada vez mais, congregar a família, fortificar os nossos laços, as nossas raízes, porque nada acontece fora da família”. Aloísio Antonio Maciel Neto, promotor de Justiça.

“Poder passar o Natal com minha família tem um valor inestimável. A família é o nosso alicerce, nosso refúgio e a minha, em especial, sempre foi meu porto seguro, o lugar onde eu poderia estar, ficar e permanecer independente das circunstâncias. Já passei muitos natais fisicamente longe da família por causa do trabalho, por isso valorizo muito essa data e sempre que posso não abro mão de reunir a família para uma confraternização”. Luciana Telesca, oficial da Polícia Militar.