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Fim de temporada
Concerto com obras natalinas encerra Temporada 2021 da Sinfônica de Piracicaba

Por Da redação

Concertos hoje, às 16h e 19h, no Teatro Municipal Dr. Losso Netto

Crédito: Rodrigo Alves

Concertos hoje, às 16h e 19h, no Teatro Municipal Dr. Losso Netto

Músicas do repertório natalino estão no concerto de encerramento da Temporada 2021 da OSP (Orquestra Sinfônica de Piracicaba), neste sábado (18), às 16h e 19h, no Teatro Municipal Dr. Losso Netto. A regência é do maestro Knut Andreas, da Alemanha, e o solo, ao violoncelo, de Marina Martins, brasileira que vive na Suíça. Os ingressos são gratuitos e estarão disponíveis no megabilheteria.com. A realização é da Secretaria da Ação Cultural, com patrocínio prata da Caterpillar e patrocínio bronze da Comgás, via Lei de Incentivo à Cultura.

Segundo Knut Andreas, o programa traz algumas raridades, a começar pela primeira obra: a "Abertura de Natal", do início do século 20. "Um fato raro é o de ser de um compositor britânico negro, Samuel Coleridge-Taylor", explica o maestro. A peça teve sua estreia em 1925, arranjada por Sydney Baynes, 13 anos após a morte de Taylor.

Do compositor russo Tchaikovsky, a OSP traz as " Variações em um tema rococó para violoncelo e orquestra", escritas entre dezembro de 1876 e janeiro de 1877.

Há, ainda, "La Boutique Fantasque", que conta a história de uma loja de brinquedos mágicos. O balé, escrito por Ottorino Respighi, foi baseado em peças originalmente para piano de Rossini. A peça reúne danças típicas de vários países, como a tarantela, da Itália, a mazurka, da Polônia, a cosaque, da Rússia, o can-can, da França, e o galope, da Hungria.

A última música é "A Christmas Festival", composta em 1959 pelo norte-americano Leroy Anderson, que reúne em uma mesma obra nove temas de Natal conhecidos, entre eles Alegria ao Mundo (Joy to the world), Alegria de Natal (Deck the Halls), Noite Feliz, Jingle Bells e Adeste Fidelis.

Convidados

Knut Andreas é regente titular da Orquestra Sinfônica de Potsdam e da Orquestra Sinfônica Jovem de Berlim. Ele regeu a OSP em 2019, nos meses de agosto e dezembro, e em outubro de 2021. Trabalhou com as orquestras de Campinas, Americana e Ribeirão Preto, com a Orquestra da Unicamp e com a Orquestra de Câmara OPUS, em Belo Horizonte. Tem várias premiações.

Já a violoncelista Marina Martins tem em seu currículo concertos e, város países. Ela nasceu na Nova Zelândia e se mudou aos 5 anos para o Brasil, país de origem de seus pais. Morou nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e Suíça, onde reside atualmente. Durante sua residência no Brasil, Marina teve como seu principal professor o violoncelista André Micheletti, diretor artístico associado da OSP. Este ano, Marina recebeu o prêmio Exilarte Preis, na Áustria. Também venceu, em 2018, o concurso Jovens Solistas da Osesp e recebeu e Medalha Eleazar de Carvalho.