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Comércio aguarda vender 5,7% a mais no Dia das Crianças
Pesquisa da CDL aponta que os produtos eletroeletrônicos serão os mais procuradas pelos pais

Por Da redação

Foram ouvidos 110 lojistas e 230 consumidores

Crédito: Arquivo/Gazeta

Foram ouvidos 110 lojistas e 230 consumidores

O comércio espera vender 5,7% a mais no Dia das Crianças este ano, na comparação com o ano passado. O dado é da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Piracicaba, que ouviu 110 lojistas e 230 consumidores para avaliar a expectativa do setor e da população para a data.

A pesquisa aponta que os produtos eletroeletrônicos serão os mais procuradas pelos pais. Na segunda opção de presente mais escolhida estão os brinquedos e depois as roupas e calçados.

Ainda segundo a enquete, 82% das pessoas irão presentear, 84% pagarão a vista e 16% a prazo. Os dados indicam ainda que 38% dos entrevistados irão gastar até R$ 50,00; 43% de R$ 60 a R$ 100; 13% de R$ 100,00 a R$ 200,00 e 6% de R$ 200,00 a R$ 500,00.

Mesmo com a flexibilização do comércio, o setor ainda passa por uma fase difícil, o que deixa os proprietários de lojas inseguros.

Daniela Passato Visque, dona de uma loja de roupas e enxovais para crianças de 0 a 8 anos , localizada na rua Benjamin Constant, acredita que o movimento será tímido. “O comércio não está caminhando, está engatinhando”, disse.

No ano passado, seguindo a tendência de todo o setor, ela concentrou a divulgação e as vendas da loja no ambiente virtual e notou um crescimento na lucratividade. Segundo ela, em 2021 as vendas das lojas continuaram fortes no ambiente virtual, detendo até 70% do faturamento. “As vendas online ajudam muito a pagar as despesas da física”, falou. Esse ano, ela aposta na venda de andadores.

A comerciante Maria Cristina Perroni, que tem uma loja de roupas e acessórios infantis na mesma via, espera um aumento na procura pelas lojas, motivado pelo avanço da vacinação, que deu mais segurança para a população. Mas acha que a situação da economia pode levar os pais a optarem por produtos mais acessíveis. “Eu acredito que o desemprego ainda está muito forte e as pessoas estão um pouco sem dinheiro”, observou. Na loja de Maria Cristina, seu foco de venda serão as bonecas de pano e roupas.

Já Josiele Mendes, proprietária de uma loja de roupas infantis da galeria, localizada ainda na Benjamin, está otimista em relação ao aumento das vendas na data.

Ela acredita que o fluxo maior de pessoas será nos dias 8 e 9. “A minha expectativa é que eu possa vender na semana que vem até o sábado”, contou. Em sua loja, o produto mais desejado pelos consumidores tem sido as blusas com ilustrações de aplicativos, games, e animes.