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Segurança Alimentar
Brasil precisa aumentar em 40% a sua produção de alimentos para que haja segurança alimentar

Por Romualdo Cruz Filho

Esalq/USP investe em uma juventude de alto nível

Crédito: Gerhard Waller

Esalq/USP investe em uma juventude de alto nível

A Agricultura é primordial na vida de nosso país. O Brasil não pode apenas apresentar uma imagem de um promissor produtor de alimentos. Esta tese tem embasada a posição do Brasil diante do mundo e da Esalq/USP, no sentido de colaborar de forma efetiva para que a agricultura nacional possa de fato responder às expectativas internacionais.

"Nossos alunos devem absorver seu maior patrimônio, que é o conhecimento, de forma abrangente e dentro de uma visão sistêmica, para atender também a um problema global que se torna de sua responsabilidade", explica Durval Dourado Neto, diretor da Esalq/USP.

Durval conta também que pelos dados apresentados pela Revista Dinheiro Rural, a projeção da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês) é que até 2050 o Brasil precisa aumentar em 40% a sua produção de alimentos para que haja segurança alimentar no mundo para cerca de 9,8 bilhões de pessoas.

Em 2016, quando a população mundial era cerca de 7 bilhões de pessoas, o Brasil já produzia alimentos para aproximadamente 1 bilhão de pessoas, incluindo os brasileiros. Em 2050, o Brasil ocupará posição de destaque, porque passará a produzir alimentos para cerca 2 bilhões de pessoas.

A competência agrícola não pode ter interferência do cenário político, para garantir a segurança alimentar de uma população de 9,8 bilhões de habitantes no planeta, em 2050. Essa é uma das afirmações destacadas no pronunciamento de Alysson Paolinelli, brasileiro candidato ao Prêmio Nobel da Paz, durante encontro realizado na tarde de 20 de setembro, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo.

Para corresponder a essa expectativa, a Esalq/USP investe em uma juventude de alto nível, com formação sólida, visão de agricultura segura, competitiva e sustentável. "Esse é o profissional que entregamos ao mercado nacional e global", afirma o professor.