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Baep: 611 prisões em dois anos
10° Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia) completou ontem dois anos de instalação em Piracicaba

Por Ana Cristina Andrade

Grupo atua em 52 municípios e responsável por cerca de 3,5 milhões de pessoas

Crédito: Mateus Medeiros/Gazeta de Piracicaba

Grupo atua em 52 municípios e responsável por cerca de 3,5 milhões de pessoas

O 10° Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia) completou ontem dois anos de instalação em Piracicaba. Atuando em 52 municípios e responsável por cerca de 3,5 milhões de pessoas, a unidade de elite da Polícia Militar tirou de circulação das ruas, nestes dois anos, 611 criminosos.

Foram prisões referentes às mais diversas modalidades de crimes sendo que, do total, 100 presos eram da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Nestes dois anos de atuação, os cerca de 200 policiais militares que compõem o Batalhão, e que desenvolvem treinamentos constantes voltados à capacitação e ao apoio das demais unidades de policiamento ostensivo, apreenderam mais de duas toneladas de drogas e 119 armas de fogo entre metralhadoras, pistolas, revólveres e espingardas.

A apreensão mais recente tinha, entre as armas, uma usada para derrubar helicópteros, utilizada em roubos a carros fortes e agências bancárias. A prisão do responsável pelo arsenal foi em Hortolândia. Durante este mês de agosto, o 10º Baep recebeu diversos equipamentos e armamentos novos, e promoveu operações policiais. A unidade também realizou dezenas de ações conjuntas como Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), Polícia Federal e Polícia Civil. Entre as ocorrências de maior repercussão estão a apreensão de 360 tijolos de cocaína, na cidade de Limeira, 757 tijolos de maconha em Piracicaba e 134 tijolos de crack em Santa Bárbara D’Oeste.

Sem solenidade

Por causa das restrições impostas pela pandemia da Covid-19, e em respeito às pessoas que perderam suas vidas para a doença no Estado de São Paulo, o comandante do 10° Baep, tenente-coronel Fernando Aparecido de Souza, não realizou solenidade alusiva aos dois anos.

As grandes e mesmo as pequenas apreensões na nossa região mostram a eficiência e agilidade na mobilidade da tropa, o foco na inteligência policial, a capacidade do CPI-9 em atender diversas cidades e o quão técnico e democrático é o planejamento de operações baseado no Diagnóstico Evolutivo Geoponderado”, destacou.

“Além de toda a produtividade apresentada, ainda insere o Baep em um contexto de queda nos principais indicadores criminais e aumento da sensação de segurança”, completou.