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Ponte recua e sofre castigo no final
Macaca é derrotada pelo Sampaio Corrêa por 1 a 0 no Castelão

Por Lucas Rossafa/Correio Popular

Em jogo fraco e sem emoção, a vitória do Sampaio Corrêa foi conquistada nos acréscimos da partida

Crédito: Fredson Ferreira/Sampaio Corrêa

Em jogo fraco e sem emoção, a vitória do Sampaio Corrêa foi conquistada nos acréscimos da partida

Em partida fraca tecnicamente e com pouca emoção, a Ponte Preta foi derrotada pelo Sampaio Corrêa pelo placar de 1 a 0, ontem à noite, no Estádio Castelão, em São Luís do Maranhão, em duelo válido pela terceira rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

O gol da equipe maranhense foi marcado pelo atacante Jean Silva, aos 49 minutos do segundo tempo.

Com o segundo revés na largada da competição neste trabalho de Gilson Kleina, a macaca estaciona em um ponto em nove disputados e agora aguarda os confrontos do final de semana para conhecer situação real na parte inferior da tabela. 

Invicto e sem sofrer gol, o Sampaio Correa, por outro lado, salta a cinco pontos e já pleiteia, por enquanto, uma vaga no G4.

O jogo

O empate sem gols nos primeiros 45 minutos foi ratificado pelo desempenho técnico bem abaixo da média de Sampaio Corrêa e Ponte Preta. Com mesma escalação em relação ao empate diante do Vasco da Gama e esquema tático baseado no 4-2-4, a macaca teve duas boas chances de abrir o placar.

A primeira oportunidade interessante surgiu no meio de campo, em arremate de longa distância de Léo Naldi, defendida por Mota. Já praticamente nos acréscimos, Dawhan, sempre forte no jogo aéreo, triscou de cabeça escanteio cobrado por Renatinho, mas parou no travessão.

Apesar de 37% de posse de bola antes do intervalo, time campineiro foi quem esteve mais perto de tirar o primeiro zero do marcador. Com linhas baixas, já dentro do planejamento de Kleina, a equipe campineira aguardou iniciativa do Sampaio Correa e buscou puxar contra-ataque pelo lado esquerdo, sobretudo com Moisés, bem apagado. O camisa 21, que tentou cavar um pênalti em jogada individual, foi o mais discreto do sistema ofensivo, escalado com Camilo, mais uma vez, na função de falso 9, porém com pouquíssimo espaço entre os zagueiros.

Com sistema defensivo mais encaixado a partir da troca no comando técnico e volantes e laterais mais bem posicionados na marcação, a Ponte praticamente não sofreu sustos - uma finalização contrária.

A etapa inicial arrastada e com nenhuma emoção deu a impressão de que seria totalmente possível retornar da capital maranhense com os três pontos na bagagem. Ledo engano.

A tônica do segundo tempo praticamente não mudou. Sem nenhuma mudança nos dois lados, Ponte Preta, com baixo poder de criar jogadas e principais peças anuladas, encontrou dificuldade de chegar com perigo ao gol do Sampaio Corrêa.

Em meio à falta de ambição e qualidade para transformar a posse de bola em gol, confronto parecia se encaminhar para ser encerrada sem gols.

Nos últimos minutos do duelo em solo maranhense, porém, Ponte Preta cedeu duas oportunidades ao adversário, especialmente na saída de bola com Vini Locatelli.

De tanto martelar, praticamente aos 50 minutos da etapa final, time mandante alcançou vitória com gol de Jean Silva, no último lance.