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Tesouro dos EUA anuncia estratégia coordenada com visão em questões climáticas
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira uma nova política coordenada tendo em vista as questões climáticas, e que irá colocar a economia em "uma posição de crescimento sólido e sustentável tendo em vista as emissões zero de carbono no futuro", de acordo com comunicado

Por Estadão Conteúdo

Crédito: Divulgação/Internet

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira uma nova política coordenada tendo em vista as questões climáticas, e que irá colocar a economia em "uma posição de crescimento sólido e sustentável tendo em vista as emissões zero de carbono no futuro", de acordo com comunicado.

Além disso, o Tesouro anunciou um conselheiro para o tema, John E. Morton, que será o primeiro a ocupar tal cargo. Segundo o comunicado, Morton conta com mais de 25 anos de experiência com mercados emergentes e política ambiental.

O trabalho consistirá em comandar o Centro do Clima, e "reportar diretamente e aconselhar a Secretário sobre uma ampla gama de questões climáticas", além de se concentrar "nos esforços do Tesouro para facilitar e desbloquear o financiamento para investimentos para alcançar uma economia de zero emissão em casa e no exterior", afirma o comunicado.

A intenção é "utilizar toda a força do Departamento do Tesouro na formulação de políticas nacionais e internacionais, alavancando finanças e na mitigação de riscos financeiros para enfrentar a ameaça das mudanças climáticas", indica o documento. Segundo o comunicado, dentre as prioridades, estão a transição climática e uma política tributária voltada para uma economia ligada ao clima.

"As mudanças climáticas apresentam novos desafios e oportunidades para a economia dos EUA. As profundas consequências de nossas ações exigem que o Departamento do Tesouro faça do tema uma das principais prioridades", afirmou a secretária do Tesouro, Janet Yellen.

No campo internacional, o documento indica que o Tesouro irá "mobilizar recursos financeiros para investimentos favoráveis ao clima no país e no exterior e priorizar a transição acelerada de setores e indústrias de alta emissão" e "promover abordagens globalmente consistentes para riscos financeiros relacionados ao clima".