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Fed vê atividade nos EUA acelerando para ritmo moderado de fevereiro a abril
A atividade econômica nos Estados Unidos acelerou para um ritmo moderado entre fevereiro e abril, com um fortalecimento dos gastos do consumidor, segundo avaliações que constam no Livro Bege, sumário das condições econômicas publicado nesta quarta-feira, 14, pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano)

Por Estadão Conteúdo

Crédito: Divulgação/Internet

A atividade econômica nos Estados Unidos acelerou para um ritmo moderado entre fevereiro e abril, com um fortalecimento dos gastos do consumidor, segundo avaliações que constam no Livro Bege, sumário das condições econômicas publicado nesta quarta-feira, 14, pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).

O cenário para serviços não financeiros, "no geral melhorou", apoiado pelo "fortalecimento da demanda por serviços de transporte, profissionais e de negócios, lazer e hotelaria", de acordo com a publicação.

Segundo o documento, as expectativas para o turismo estão mais otimistas, tendo em vista uma alta na demanda a redução de restrições de mobilidade no país para tentar conter a covid-19, um aumento da vacinação e os estímulos fiscais.

Outro setor que registrou aumento foram as vendas de carro, com o relatório destacando que o movimento ocorreu a despeito da escassez global de chips.

Inflação

O nível de inflação nos Estados Unidos acelerou levemente, de acordo com o Livro Bege, que detalha a situação da economia em cada um dos 12 distritos do banco central americano. De acordo com a publicação, muitos distritos reportaram um aumento modesto nos preços, enquanto outros registraram uma alta mais robusta.

Custos de insumo aumentaram em todas as áreas desde o último relatório, em especial nos setores de manufatura, construção, varejo e transportes.

Houve ainda aumento generalizado nos preços de vendas, sem acompanhar, porém, os preços de custos, informa o Livro Bege. Segundo o documento, é esperado, a curto prazo, uma alta contínua nos preços.

De acordo com a publicação, a alta nos preços foi parcialmente provocada por gargalos na cadeia de suprimentos, que, em alguns casos, foram exacerbados por problemas de ordem climática em meio ao inverno no hemisfério norte.