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LMTE atribui apagão no Amapá a falhas no planejamento do setor elétrico
Cobrada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a dar explicações sobre o apagão no Amapá na noite desta quinta-feira, 8, a concessionária Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE) informou que restabeleceu o fornecimento na linha Jurupari-Laranjal, que abastece sua subestação de Laranjal, e resolveu a ocorrência "instantaneamente"

Por Estadão Conteúdo

Crédito: Divulgação/Internet

Cobrada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a dar explicações sobre o apagão no Amapá na noite desta quinta-feira, 8, a concessionária Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE) informou que restabeleceu o fornecimento na linha Jurupari-Laranjal, que abastece sua subestação de Laranjal, e resolveu a ocorrência "instantaneamente".

A concessionária informou que a causa do blecaute ainda está sob avaliação, disse que ocorrências dessa natureza ocorrem "diariamente" no País e atribuiu o problema ao planejamento do setor elétrico - responsabilidade do Ministério de Minas e Energia (MME) e da Empresa de Pesquisa Energética, estatal vinculada ao MME.

"A LMTE destaca que sua subestação Macapá e os três transformadores da subestação Macapá funcionam sem intercorrências. Tal evento ocorre diariamente no Brasil, e no caso particular expõe a fragilidade do sistema de energia do Amapá, que não conta com redundância devido a questão de planejamento setorial", disse a LMTE.

A LMTE é dona da subestação Macapá, que explodiu e causou um apagão de três dias, além de 20 dias de racionamento no Amapá em novembro de 2020. A concessionária pertence à Gemini Energy, formada pelos fundos de investimento Starboard e Perfin, que detém 85% de participação na linha. Outros 15% são da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), autarquia do governo federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).