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Aceleração de vacinação é hoje grande foco do governo, diz secretário do Tesouro
O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, disse que a aceleração do programa de vacinação é hoje o grande foco do governo e o melhor instrumento para atacar, ao mesmo tempo, a crise da saúde, as dificuldades econômicas e as restrições fiscais

Por Estadão Conteúdo

Crédito: Divulgação/Internet

O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, disse que a aceleração do programa de vacinação é hoje o grande foco do governo e o melhor instrumento para atacar, ao mesmo tempo, a crise da saúde, as dificuldades econômicas e as restrições fiscais.

"O foco agora é resolver o problema da vacina. É o melhor instrumento para lidar com o problema da saúde pública, o problema fiscal e ajudar a economia", comentou Funchal durante live do jornal Correio Braziliense. O secretário do Tesouro substituiu o ministro da Economia, Paulo Guedes, que encerraria o evento.

"Quanto mais rápido for o processo de vacinação, mais rápido a economia retoma e melhor será a nossa condição fiscal no fim do ano", reforçou Funchal, destacando também em sua fala a disposição do Congresso em avançar em duas grandes reformas: a administrativa e a tributária.

Conforme lembrou o secretário, a imunização ajudará a reduzir a pressão por programas de auxílio emergencial necessários em período de pandemia.

Ao frisar que a reorganização das contas públicas ganhou ainda mais importância após o choque da crise sanitária, ele considerou que Executivo e Congresso deram um passo importante com a aprovação da PEC emergencial. A emenda constitucional, ao mesmo tempo em que tornou viável a reedição do auxílio emergencial, estabeleceu gatilhos de ajuste a serem acionados se o governo seguir expandindo os gastos.

Para Funchal, a aprovação da PEC mostrou "senso de responsabilidade" ao trazer uma solução que, além de garantir o auxílio, pensa no futuro das populações mais vulneráveis ao observar a sustentabilidade fiscal, fundamental para a retomada econômica mais acelerada no futuro próximo.

"O equilíbrio fiscal não é um fim em si mesmo, mas um instrumento para a execução de políticas públicas", frisou o secretário do Tesouro.