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Pressionado a sair, Pazuello anuncia compra de vacinas da Pfizer e Janssen
Ainda ministro da Saúde, Eduardo Pazuello anunciou nesta segunda, 15, contratação para compra de vacinas da Pfizer e Janssen pelo governo federal

Por Estadão Conteúdo

Crédito: Divulgação/Internet

Ainda ministro da Saúde, Eduardo Pazuello anunciou nesta segunda, 15, contratação para compra de vacinas da Pfizer e Janssen pelo governo federal. De acordo com cronograma divulgado por ele, o Brasil receberá, até o final de 2021, 100 milhões de doses da Pfizer, que serão recebidas de forma escalonada a partir de abril. Sobre a Janssen, serão duas entregas: 16,9 milhões em agosto e 21,1 milhões em novembro.

"Estou informando à população que nós já concluímos a contratação da União Química da Sputnik, da Pfizer e da Janssen. Todas essas contratações foram finalizadas a partir da lei que foi sancionada", disse. "Só para que os senhores compreendam a velocidade administrativa desse trabalho. A partir da lei, sancionada na quarta-feira, hoje, segunda-feira, estou informando que já fizemos essas contratações completas".

"Todos laboratórios que chegam a nós entram em tratativas a partir de robustez de dados", afirmou.

O cronograma do ministro prevê a contratação de 562.911.800 de doses até final de 2021, mas há ainda, segundo ele, tratativas com a vacina da Moderna. "Vacina Bharat Biontech está contratada, mas farmacêutica não pediu registro na Anvisa", disse.

O ministro afirmou que o Brasil é, até o momento, o 5º em vacinação no mundo. "Distribuímos mais de 20 milhões de doses", disse. "Estratégia de produção nacional é nossa maior vitória, sem isso, não vacinaríamos". Ele, no entanto, disse lamentar o atraso na entrega de insumos importados da China para a produção da vacina da Oxford, na Fiocruz.

"Temos mais vacinas contratadas que brasileiros, mas não podemos contar com 100% da entrega", disse. Ele afirmou que Estados e municípios podem adquirir o imunizante, desde que venham pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). "Não haverá Estados e nem municípios vacinando antes do que outros, não haverá divisão entre regiões e nem entre ricos e pobres na vacinação", disse.

O ministro afirmou que até o final de abril vai vacinar 88% dos prioritários e que toda população será vacinada até o fim de 2021. "É provável que até maio todos de grupos prioritários sejam vacinados", disse.