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Pacheco: Não é racional lockdown absoluto, mas é preciso avaliar caso a caso
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), criticou o "lockdown absoluto" adotado em Estados e municípios, apesar do avanço da pandemia de covid-19 no País e da falta de vacina para a toda a população

Por Estadão Conteúdo

Crédito: Divulgação/Internet

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), criticou o "lockdown absoluto" adotado em Estados e municípios, apesar do avanço da pandemia de covid-19 no País e da falta de vacina para a toda a população. Na avaliação de Pacheco, é preciso avaliar caso a caso e permitir a abertura de estabelecimentos como restaurantes e shoppings respeitando o distanciamento entre as pessoas.

"Fechar tudo absolutamente sem critério é arruinar a perspectiva da economia do Brasil", afirmou o presidente do Senado durante evento remoto promovido pelos jornais O Globo e Valor Econômico. "O fechamento absoluto não me parece razoável. É preciso combater aglomerações", defendeu Pacheco durante sua participação no evento.

Questionado sobre a postura do presidente Jair Bolsonaro, que critica as medidas de isolamento, Pacheco afirmou que, apesar das declarações do chefe do Planalto na contramão do "bom senso", a população já assimilou os cuidados necessários para combater o vírus, como o uso de máscara e o distanciamento entre as pessoas. Para Pacheco, é preciso desapegar de "pontos de negação" e se conscientizar sobre a necessidade de ampliar a vacinação.

O presidente do Senado reconheceu que houve "erros" no combate à pandemia do Brasil, sem apontar especificamente de quem seriam esses erros. De acordo com Pacheco, é inadmissível que, após um ano do inicio da pandemia, o País esteja sem vagas suficientes de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e atrasado na vacinação contra a covid-19.