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Diesel ao consumidor sobe 11,2% em fevereiro, diz ANP; gasolina avança 8,4%
O diesel ficou 11,2% mais caro em fevereiro para o consumidor brasileiro, sendo o preço mais alto observado na região Norte, de R$ 5,850 o litro, e o mais baixo no Sul do País, de R$ 3,588/l, segundo o Levantamento de Preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) referente à semana de 21 a 27 de fevereiro, comparada à semana de 31 de janeiro a 6 de fevereiro

Por Estadão Conteúdo

Crédito: Divulgação/Internet

O diesel ficou 11,2% mais caro em fevereiro para o consumidor brasileiro, sendo o preço mais alto observado na região Norte, de R$ 5,850 o litro, e o mais baixo no Sul do País, de R$ 3,588/l, segundo o Levantamento de Preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) referente à semana de 21 a 27 de fevereiro, comparada à semana de 31 de janeiro a 6 de fevereiro.

O diesel tipo S10, menos poluente, teve alta de 10,9% em fevereiro e preço médio de venda de R $4,250/l.

Ainda não foram contabilizados nesses preços o quinto aumento do ano, anunciado pela Petrobras na segunda-feira, 1º de março, da ordem de 5%, que passa a vigorar a partir desta terça.

O combustível teve os impostos federais zerados pelo governo, mas analistas avaliam que a nova alta de preços deve anular a medida publicada na segunda-feira em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

O gás de cozinha (GLP 13 Kg), que também recebeu isenção de impostos pelo governo, subiu 3,7% no mês passado, com preço médio de R$ 80,83, sendo o valor mais alto registrado na região Centro-Oeste (R$ 110,00) e o mais baixo na região Nordeste (R$ 60,00), segundo a ANP. Na segunda, o combustível teve o terceiro aumento anunciado do ano, de 5,2%.

A gasolina continua sem nenhum tipo de subsídio e teve aumento de 8,4% em fevereiro, com o preço médio de R$ 5,170/l nos postos de abastecimento. O preço variou de R$ 6,350/l (Norte) e R$ 4,199 (Sudeste). O combustível teve na segunda-feira o quinto reajuste anunciado nas refinarias, desta vez da ordem de 4,8%.