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Cidade
Campanha na rua
Aloízio Mercadante Candidato ao governo de São Paulo, esteve na cidade ontem acompanhado de Netinho e Suplicy
ADRIANA FEREZIM Da Gazeta de Piracicaba adriana.ferezim@gazetadepiracicaba.com.br
Aloízio Mercadante candidato ao governo de São Paulo pelo PT, percorreu a rua Governador Pedro de Toledo e a praça José Bonifácio ontem. O cantor e apresentador Netinho de Paula - que disputa uma vaga no Senado - e o senador Eduardo Suplicy caminharam juntos com ele no corpo-a-corpo com a população.
Os candidatos entraram nas lojas, conversaram, tiraram fotos com as pessoas na rua e comeram pastéis no Centro. Netinho recebeu ainda o carinho de fãs. As primas Eliete Aparecida Pereira, 28 e Patrícia Regina de Mello, 21, gostaram de estar perto do ídolo. Para Andressa Domingues Oliveira, 18, o contato permite conhecer melhor o candidato.
Já o aposentado Joaquim da Costa Neves, 48, disse que toda iniciativa na campanha eleitoral é válida, mas o cumprimento do candidato não conquista seu voto. “Vemos eles agora e depois de eleitos não temos acesso nem ao gabinete. Escolho meu candidato pelo que ele fez e não pelo que promete”.
Grevistas do Fórum estiveram no evento. Também acompanharam a visita do candidato à cidade o vereador José Antonio Fernandes Paiva, o deputado estadual Roberto Felício e o candidato Frei Tito. Eles estão confiantes no crescimento da campanha de Mercadante rumo ao 2° turno.
A jornada de Mercadante na região começou em Capivari pela manhã e à tarde ele foi para Araraquara.
Estímulo à bioenergia
O candidato Aloízio Mercadante disse que o setor sucroalcooleiro melhorou no governo Lula, com os carros flex e o crescimento do etanol está no aumento da exportação. Ele avalia que é necessário mais estímulo do governo estadual para a bioenergia. “São Paulo não produz toda a energia elétrica que consome e temos nas usinas produção maior que Itaipu, que pode ser aproveitada”, disse.
O candidato também falou da importância dos parques automotivo e tecnológico que que estão sendo instalados na cidade. Segundo ele, os parques incentivam toda uma cadeia industrial, mas os institutos de pesquisas tecnológicas precisam ser melhor aparelhados. “O crescimento do setor de automóveis é importante, mas não podemos esquecer da retomada das ferrovias, do trem- bala, além de reduzir as taxas de pedágio. A tarifa é usada pelo governo como um imposto disfarçado e onera muito as pessoas dessa região”.

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