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Cidade
Inovação na gestão
A união faz a força Comerciantes propõem melhorias para a Rua do Porto; eles querem parceria com o Sebrae
ADRIANA FEREZIM Da Gazeta de Piracicaba adriana.ferezim@gazetadepiracicaba.com.br
Representantes de 11 restaurantes da Rua do Porto se reuniram nesta semana e decidiram que vão começar a realizar ações e campanha em defesa do principal ponto turístico de Piracicaba. O grupo também vai propor parceria com a prefeitura em propostas de melhorias do local.
De acordo com o comerciante Adail Pinto Filho, o Daio, o movimento nos restaurantes teve redução no período de janeiro e fevereiro, por causa das enchentes do rio Piracicaba e não por falta de segurança ou outros problemas. "As expectativas são as melhores e todos estão fazendo o melhor, mas discutimos algumas propostas que podem ser colocadas em prática para que a Rua do Porto melhore ainda mais", comentou.
Um dos pontos principais discutidos na reunião foi a procura de apoio de instituições. O objetivo é profissionalizar o atendimento e inovar a gestão do negócio. "Vamos marcar uma reunião com a equipe do Sebrae. Queremos orientação sobre a administração do empreendimento e também o melhor treinamento para os funcionários. Não adianta a gente ter qualidade nos produtos que oferecemos, se o cliente não está sendo bem atendido", comentou.
A Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep) também será convidada a colaborar. "Vamos solicitar apoio dos professores e alunos do curso de gastronomia", disse Daio.
Os comerciantes também apresentaram ideias para a limpeza e manutenção da Rua do Porto, além de algumas intervenções de iluminação e segurança.
"Uma sugestão é promover a coleta seletiva de lixo dos restaurantes. Vamos buscar a participação de todos. Queremos colocar essa proposta em prática", disse.
SEGURANÇA. Todos afirmaram que a segurança melhorou muito nos últimos dois anos na Rua do Porto.
"A criminalidade reduziu muito. Tenho meu restaurante no último bolsão e não tive mais notícias de furto ou assaltos na Rua do Porto", afirmou o comerciante Cristiano Augusto Sgrigneiro.
De acordo com Cleusa Lopes de Souza, as polícias passam direto pelo local e a rua está mais segura.
O grupo também vai sugerir à prefeitura que uma entidade de assistência social assuma a segurança dos bolsões do estacionamento no local.
"Sabendo que é para ajudar uma entidade idônea, as pessoas não vão se negar a pagar R$ 1 ou R$ 2. Além dessa ideia, também discutimos a contratação de segurança particular. O objetivo é acabar com alguns flanelinhas que não têm atitude correta", contou Daio.

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