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Publicada em 9/2/2010

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Redação municipal

Número cresce Equipe de repórteres da Prefeitura aumenta e o atual número chama a atenção

LUCIANA CARNEVALE
Especial para a Gazeta

O vereador José Pedro Leite da Silva (PR) pode solicitar, nos próximos dias, por meio de requerimento, maiores informações do Executivo sobre a ampliação da equipe de jornalistas mantida pelo Centro de Comunicação Social da Prefeitura. Informado ontem (8) sobre o número de 13 repórteres, sendo seis novos, que totalizam o grupo, Leite da Silva disse à Gazeta que avaliará a situação antes de protocolar a propositura. Uma coisa é certa: a quantidade de jornalistas saltou aos olhos do parlamentar. "Não sou da área (Jornalismo), mas vou verificar a necessidade (da presença dos profissionais).

Enquanto o texto não é formulado, a diretora do Centro de Comunicação Social, Maria de Fátima Alves Silva, explica que as mudanças não começaram agora. "Vêm desde o ano passado", frisa. Segundo Fátima, o objetivo, ao ampliar a equipe, entre repórteres comissionados e concursados, é garantir a agilidade na veiculação de informações geradas nas Secretarias, empresa, fundações e autarquias. A quantidade é que surpreende.

A jornada diária de trabalho, de acordo com Fátima, é de seis a oito horas, dependendo da demanda de reportagens geradas em cada setor. "Há trabalhos realizados à noite e nos finais de semana", conta Fátima, que preferiu não informar os salários dos jornalistas - 'estão no Diário Oficial', sintetiza, sem, contudo, informar a data da publicação e a referência salarial.

Composta a equipe, a orientação é de que os repórteres de jornais e outras mídias procurem diretamente os jornalistas da Prefeitura. Os secretários já foram informados de que as respostas às perguntas formuladas pela imprensa em geral devem passar pelos repórteres do Centro de Comunicação antes de chegar aos jornalistas. Entrevistas diretas não serão mais aceitas.

ENORMES. Na relação que mostra a ampliação do número de repórteres, há uma curiosidade. Há jornalistas ligados à Prefeitura que cobrem uma única pasta, a exemplo de Saúde, Educação, Desenvolvimento Social, entre outras, e repórteres acompanhando mais de uma Secretaria, como Guarda Civil, Trânsito e Transportes e Fundo Social.

De acordo com Fátima, a divisão foi feita com critérios, a partir do pressuposto de que certas pastas são visivelmente mais gigantes que outras. 'Temos uma repórter apenas para cobrir Educação não porque lá há hipotéticos privilégios. A demanda é mais forte lá, assim como acontece na Saúde, em Desenvolvimento Social, em Obras, no Semae, e outros segmentos. Ao mesmo tempo, não há demérito nenhum com as demais Secretarias', argumenta.