ÓLEO NAS PRAIAS
Estudo mostra situação de peixe de áreas atingidas
Pesquisa mostrou que pescado não tem níveis significativos de petróleo

Por Agência BrasiI

Vista geral de um derramamento de óleo na praia de Peroba em Maragogi, Estado de Alagoas

Crédito: Reuiters/Diego Nigro

Vista geral de um derramamento de óleo na praia de Peroba em Maragogi, Estado de Alagoas

Um estudo encomendado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento revelou que o pescado de áreas afetadas por manchas de óleo estão aptos para consumo humano. De acordo com o laudo, amostras coletadas na Bahia, no Ceará, em Pernambuco e no Rio Grande do Norte não contêm níveis significativos de contaminação por petróleo.
As amostras utilizadas no estudo foram coletadas nos dias 29 e 30 de outubro em estabelecimentos registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) e foram testadas para 37 compostos diferentes de Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPA) - substâncias que indicam a contaminação por derivados de petróleo. Além de diferentes espécies de peixes, os testes também avaliaram a condição de lagostas.
Ainda de acordo com a nota divulgada pelo Ministério, a reavaliação de pescados será contínua e os resultados serão publicados com atualizações das recomendações de saúde.