NO DIA 24
Senado inicia votação da reforma da Previdência
O presidente da Casa tentou adiantar a análise, sem sucesso

Por Agência BrasiI

Senadora Simone Tebet, presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)

Crédito: Arquivo/Agência Brasil

Senadora Simone Tebet, presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)

A Reforma da Previdência começará a ser votada no plenário do Senado, em primeiro turno, na terça-feira, dia 24 de setembro. À Agência Brasil, a presidente da Comissão de Constituição e Justiça, senadora Simone Tebet (MDB-MS), explicou que o relator da proposta, senador Tasso Jereissati, ainda receberá as emendas de plenário e vai preparar um relatório referente a essas emendas. Enquanto isso, corre o prazo de cinco sessões em plenário para discussão do tema. A primeira sessão foi esta semana.
Segundo Simone Tebet, o prazo de cinco sessões terminará na próxima quarta-feira (18), Na quinta-feira (19) o relatório relativo às emendas será lido na Comissão e votado na terça-feira (24). A votação da PEC no plenário do Senado, segundo a senadora, acontecerá já na terça-feira (24). O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tentou adiantar, sem sucesso, a votação da Reforma para esta semana.
Seria necessário costurar um acordo entre todos os líderes, o que não ocorreu. Os líderes de oposição afastaram a possibilidade de antecipar a votação. Alcolumbre chegou a ventilar a possibilidade de votar na semana que vem, na segunda-feira (16) ou na terça-feira (17), mas a ideia também não avançou.
Já a PEC Paralela, proposta conhecida por trazer alterações ao texto original e, principalmente, a inclusão de servidores estaduais e municipais na Reforma da Previdência, deverá avançar após a votação da PEC original. “Sem PEC (aprovada) eu não posso avançar com a PEC Paralela”, disse o relator Tasso Jereissati.
O senador tucano também relatará a PEC Paralela, cujo tempo regimental de sessões também começou a ser contato. A expectativa de Simone Tebet é haver uma diferença de cerca de 15 dias entre a votação da Reforma Original e a PEC Paralela. Essa segunda, no entanto, deverá ainda ser votada pela Câmara depois de aprovada no Senado.